Você abre um aplicativo, olha para o mapa e aparece um ônibus se movimentando. Mas como o aplicativo sabe onde aquele ônibus está? A resposta envolve dados de localização.

Do ônibus para o aplicativo

De forma simplificada, podemos imaginar o processo assim:

  1. Ônibus
  2. GPS
  3. Sistema
  4. Aplicativo

O veículo identifica sua posição. Essa informação chega a um sistema. A partir desses dados, aplicativos conseguem apresentar a localização do veículo no mapa. Parece simples, mas existe uma diferença muito importante: localização não é a mesma coisa que previsão.

Onde o ônibus está não diz quando ele chega

Podemos separar as duas informações. Localização é onde o ônibus está agora. Previsão é quando ele deve chegar a determinado ponto. Para transformar localização em previsão, precisamos considerar outras informações, como distância, velocidade e trajeto.

Ou seja, mostrar um ponto no mapa é apenas uma parte do problema.

O desafio é transformar dados em informação útil

Uma latitude e uma longitude são apenas dados. Para o passageiro, porém, a pergunta geralmente é muito mais simples: quanto falta?

Essa é uma diferença importante entre tecnologia e experiência do usuário. Não basta ter dados; é necessário transformar esses dados em uma informação que realmente ajude alguém a tomar uma decisão.

Ninguém abre um aplicativo para descobrir onde existe um ponto no mapa. A pessoa quer saber quanto falta.

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